Bridget Jones: No Limite da Razão - Helen Fielding


FIELDING, Helen. Bridget Jones: No Limite da Razão. Tradução Alda Porto. São Paulo : Paralela, 2016. 400 p. (Bridget Jones, v.2). Título original:Bridget Jones: the edge of reason. Skoob.

Sinopse

“Se em O diário de Bridget Jones os leitores já se apaixonaram pela personagem despojada e carismática, no segundo volume, Bridget Jones: No limite da razão, conheceremos seu lado ainda mais inusitado. Seja em uma prisão tailandesa ou em jantares desconfortáveis, nada é tão ruim que não possa piorar. Mas é imprescindível manter o bom humor e contar sempre com os amigos.”

Bridget Jones é uma das personagens pioneiras do Chick-lit e eu conheci suas aventuras há muitos anos, antes de ter o blog. Agora, com o relançamento dos livros pela Editora Paralela, eu vi uma excelente oportunidade para reler e matar as saudades das maluquinhas mais icônicas da literatura. Semana passada, falamos sobre o primeiro livro, O Diário de Bridget Jones, e hoje vamos falar um pouquinho do segundo volume e continuação da saga.

Para nossa imensa alegria, Bridget está mais sem noção e atrapalhada do que nunca! Ela finalmente conseguiu arranjar um namorado e seu relacionamento vai de vento em popa com Mark Darcy, a advogado divorciado e extremamente convencional. Ou seja, os dois não poderiam ser mais diferentes! Mas, como dizem que os opostos se atraem, os dois não poderiam estar em melhor fase. Entretanto, as amigas de Bridget começam a reclamar que ela nunca tem tempo para elas, sempre envolvidas com jantares chiques e compromissos com o namorado. Além disso, elas insistem que Bridget deve ter sua independência acima de tudo!

Agora, Bridget vai descobrir que mais difícil do que conseguir um namorado é mantê-lo. Sua cabeça vive povoada com preocupações e novas neuroses, como entender para onde o relacionamento deles está caminhando, aprender a organizar jantares excepcionais, ser uma mulher moderna e independente que deixa seu homem cada vez mais apaixonado. E cá entre nós, vamos combinar que isso não é nada fácil. E se uma proeza dessas não é fácil para ninguém, imagine para Bridget Jones!

Neste livro, seus dilemas são outros mas suas aventuras estão ainda mais hilárias, e entre elas está uma viagem para Tailândia envolvendo cogumelos alucinógenos e um período na prisão, e uma entrevista para lá de entusiasmada e completamente sem noção com o ator Colin Firth, que interpreta Mr. Darcy no seriado Orgulho e Preconceito da BBC, e do qual Bridget é completamente fã.

Falando em Darcy, na Darcy da Bridget e não o do série, ele está ainda mais encantador. Muito elegante, mas ao mesmo tempo muito turrão, ele está sempre mostrando o quanto ama e se importa com Bridget da maneira mais refinada possível. Daniel Cleaver também aparece neste livro, mas ele acaba ficando de escanteio… o que eu adorei já que nunca gostei muito dele, rsrsrs.

Apesar das opiniões contrárias e de ter muita gente que não gostou, a diferentona aqui gostou bem mais deste livro! A narrativa começa meio lenta e um pouco cansativa e talvez por isso tantos leitores prefiram o primeiro, mas logo as coisas começam a acontecer e a leitura flui. Mas o que eu amei mesmo, é que neste volume a história é muito mais engraçada e meio absurda, chegando até a ser meio nonsense. Mas, por mais que a probabilidade dos fatos narrados realmente aconteçam na vida real seja mínima, não podemos nos esquecer de que se trata de Bridget Jones, a personagem mais maluca e azarada da literatura!

O livro é incrível e muito, muito, muito divertido, e foi maravilhoso o reencontro com a história. Agora, não vejo a hora de mergulhar no próximo livro e conhecer mais das aventuras insanas de Bridget Jones.

Série Bridget Jones

  1. O Diário de Bridget Jones
  2. Bridget Jones no Limite da Razão
  3. Bridget Jones - Louca pelo Garoto
  4. O Bebê de Bridget Jones

A Autora

Nasceu em Yorkshire, Inglaterra, em 1958. Formada em jornalismo, trabalhou para a rede de televisão BBC. Responsável por um dos maiores fenômenos literários da década de 1990 — O diário de Bridget Jones —, Helen Fielding deu origem a um novo gênero de literatura, os romances bem-humorados para mulheres modernas. A protagonista do livro ganhou as telas de cinema em 2001, no filme homônimo estrelado por Renée Zellweger.

Avaliação (5/5)






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